Turismo

                O Departamento de Turismo tem como compromisso fomentar propostas de desenvolvimento turístico do município de forma eficaz, com sustentabilidade, qualidade e competitividade. Nossa atuação compreende ações junto à comunidade, turistas e visitantes, empresários e profissionais do turismo.
                 Entre estas ações estão as atividades de planejamento, pesquisa, levantamento de dados, análise, documentação, promoção e divulgação do turismo no município, contribuindo para o desenvolvimento da economia local gerando empregos, renda e melhora da qualidade de vida.


 



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Pontos Turísticos

Capela de Nossa Senhora da Conceição do Pilar de Tamanduá

                  É uma construção singela com cobertura em duas águas, telhas capa-e-canal, arrematada por beiral encachorrado. É constituída em dois corpos: nave e sacristia lateral. Na fachada, encimada por tosca cruz de ferro, portada central emoldurada por requadros em cantaria, verga reta. Todas as demais aberturas - o acesso à sacristia e a janela lateral - possuem também requadros em cantaria de verga reta.
                    Em 1820, já bastante arruinada, a capela de Tamanduá passou por obras de conservação e restauração, o mesmo ocorrendo em 1906. Novamente restaurada em 1978 pela Curadoria do Patrimônio Histórico e Artístico da Secretaria da Cultura e Esporte do Estado do Paraná.
                         Em meados do século XVIII, de acordo com o historiador David Carneiro, “quatro locais, nos Campos Gerais, depois de Curitiba, se eqüivaliam em importância: Lapa, São José dos Pinhais, Castro e Tamanduá”, da qual derivou o atual município de Palmeira. Naquela época, Tamanduá era povoado em formação.
                    Na pri
meira metade do século XVIII já se constituíra em freguesia, possuía sua capela e eram inúmeras as famílias abastadas que lá moravam. Os carmelitas haviam construído um convento, a povoação contava com uma força de milícia e de vez em quando “assistia à partida de um grupo de aventureiros armados com o objetivo de conquistar e reconhecer o oeste misterioso”.
                        Tamanduá foi desmembrada de Curitiba e elevada à condição de freguesia em 20 de março de l8l3, por alvará do príncipe regente, e em 9 de maio daquele mesmo ano foram fixados os limites entre as duas paróquias. Em 1820, como os bens de freguesia já haviam sido entregues aos carmelitas (18l8), foi concedida licença para a transferência da sede paroquial para Palmeira. Segundo documentação existente, em fins do século XVII (1697) D. Rodrigo de Castel Blanco chegou aos Campos Gerais de Curitiba à procura de outro, e acampando nas proximidades do atual Campo Largo, mandou convocar todos os habitantes influentes das redondezas. Um dos mais poderosos que se apresentou foi Antônio Luiz Lamin, conhecido por Antônio Tigre, senhor de grandes extensões de terra que iam do segundo planalto, onde Tamanduá se situa, até Curitiba. Os relevantes serviços por ele prestados a D. Rodrigo e sua influência entre os habitantes locais valeram-lhe os cargos de juiz, vereador, procurador do Conselho dos Homens Bons e capitão de ordenanças em Curitiba, de 1700 a 17l8.
                  A primeira capela de Tamanduá foi construída em madeira pelos padres carmelitas por volta de 1709, conforme vontade expressa pelo já então capitão Antônio Tigre, que não só doara meia légua de suas terras para aquele fim, como também mandara buscar em Portugal a imagem de Nossa Senhora da Conceição. Um neto de D. Antônia Góes, esposa de Matheus Leme - o capitão João de Carvalho Pinto -, legou a Antônio Tigre a imagem que pertencera à sua avó e por ela fora deixada em testamento a seu filho Matheus Leme, o moço, para que erguesse uma capela. Antônio Tigre, em 1727, já bem avançado em anos, mandou erigir a atual capela, em alvenaria de pedra argamassada, cujas obras terminaram em 1730, ocasião em que foi feito o translado da imagem, que se encontrava em Curitiba. Pouco antes de sua morte. Antônio Tigre, em testamento feito, legou à capela por ele construída ”grandes datas de terra, muito gado e outros bens”. Em 1837, em 8 de dezembro, dia em que se celebrou o término das obras da igreja, em Palmeira, a imagem foi para lá transladada.
Fonte: SEEC.


Ponte do Rio dos Papagaios

                           Construída em dois arcos de alvenaria de pedra, cruzando o Rio dos Papagaios, na então chamada estrada do Mato Grosso (atual BR - 277), que liga Paranaguá a Foz do Iguaçu, passando por Curitiba, Balsa Nova e Palmeira. É considerada um monumento de engenharia nacional. Já centenária, a ponte, é também chamada de Ponte de Dom Pedro, por remontar ao tempo do Império e haver sido sua construção autorizada por D. Pedro II. Custou à época cerca de 44 contos de réis e todas as pedras utilizadas na obra foram extraídas das pedreiras de grés dos Campos Gerais, de rochas homogêneas e resistentes, sem o emprego da pólvora - condição, aliás, estipulada no contrato de construção.
                      Os blocos foram talhadas conforme os desenhos ou projetos. Nenhuma pedra foi empregada sem ter sido antes examinada pelo engenheiro responsável, ou por ajudantes. Na alvenaria de argamassa e na alvenaria seca só se admitiam pedras em forma de paralelepípedo que não exigissem calços cuja grossura excedesse 15 milímetros.
                        Entre os vãos dos dois existia um medalhão em mármore roxo da colônia Alfredo Chaves, hoje Colombo, com os seguintes dizeres: “A  Província do Paraná presta homenagem a um de seus mais ilustres admiradores, o pranteado Lamenha Lins, que mandou executar esta obra, e ao Engenheiro que a delineou, Capitão Francisco Monteiro Tourinho, ambos já falecidos. Em jus à gratidão e à saudade de seus cidadãos”.
Fonte: SEEC.


Parque Manancial

                
               O Parque Manancial está localizado na área urbana de Balsa Nova. Inaugurado em 2003, oferece em sua área de 162.185m²: playgrounds, trilhas para caminhadas, canchas, além de um belo mirante para o lago.
                    O parque atrai visitantes de cidades vizinhas, e reúne ecologia com turismo. No parque também são desenvolvidos projetos de educação ambiental e de proteção as águas do município.